Ao Mestre com Carinho II – Por José Ivan de Lima

access_time 13 de setembro de 2015 chat_bubble_outline 0 comments Este post foi lido 407 vezes

educação

Nunca esqueci o que aquela professora me falou “sinto dentro de mim, que o magistério é a minha profissão e o meu entretenimento”. Concordei automaticamente com ela, pois também já percebia em mim, esse complemento. Mas existe também um certo mistério no nosso dia a dia, que é o de sentir-se como que desafiado. E talvez seja esse desafio de sair-se bem, na prática de facilitação do aprendizado, na transmissão dos conhecimentos, de ver o reconhecimento dos outros, que nos fazem sermos algo tão especial, que esquecemos até o tempo lá fora. Professor, Professora, Mestre, Mestra.

Tio, Tia, chamem como quiser, o que vale é o que você é para sempre, PROFESSOR. “Temos um patrimônio que é o prazer de dizer “foi meu aluno”, podemos ter outro, que é o de ouvir “foi meu professor”. E quando você percebe certo orgulho dele, ao dizer isso, aí é bom demais. E é com esse orgulho de ex-aluno que relembro Dona Amara no Grupo Escolar Jorge de Menezes “ Ivan, antes de P e B se coloca o M. Nunca esqueça.” Não esqueci não Dona Amara, nem poderia…
Dona Edite Coimbra Cavalcanti nos ensinando os pronomes pessoais: eu, tu, ele, nós, vós, eles. Minha prima Nazinha Ferreira que me ensinou as primeiras letras, Professora Teresa Cristina, no Junco do Seridó, Paraíba, que me ensinou as primeiras noções de falar em público, Dona Silvia Lafayette, minha dedicada professora da quarta série primária, e depois, por uma dessas contingências da vida, minha aluna na Faculdade de Formação de Professores de Arcoverde, junto com Dona Luiza Pinto, Sebinha Coimbra e seu Arnaldo. De todas e todos falo com carinho e muito orgulho, um orgulho que não é primo da arrogância e sim, filho do respeito por quem merece. Por isso tudo meus queridos curtam o seu DIA DO PROFESSOR. Perscrutem e aspirem o charme de ter sempre alguém a escutar seus ensinamentos.

Em qualquer lugar que você esteja agora, Sertânia, Arcoverde, Universidade Federal de Goiás (Gláuber), Alemanha
(alô Susana Suzana Vasconcelos, aquele abraço), e outros, sintam-se parabenizados e conscientes de que todos precisaram ou precisam de nós, porque somos no mundo a verdadeira porta aberta para o conhecimento. Caso alguém torça o nariz para essas considerações, não ligue, deve ser inveja. E se não é do nosso salário, é de que? De vocês mestres!
Afinal de contas, vocação não é paixão, vocação nunca acaba e sempre se renova

José Ivan de Lima.

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